Casal registra primeiro filho de duas mulheres em Botucatu

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Imagem da Internet

O jovem casal Mariana e Lizandra anunciou nesta sexta-feira aos seus amigos (na rede social), ter registrado o primeiro bebê nascido em Botucatu, filho de duas mulheres (“duas mães”), como escreveu Mariana.

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O bebê, conforme publicaram no Facebook, nasceu no dia 16 de março no Hospital das Clinicas, filho de Mariana Castelo Branco e Lizandra Hachuy, que recebeu oficialmente o nome de Maitri. Maitrï é uma expressão da língua indiana (em Sânscrito), que significa benevolencia, bondade e afabilidade.  

Maitri, conforme se constata na time-line das mães, está cercado de amor e cuidados. Ganhou uma rede pra descansar (em cima do próprio berço), mil fotos e muito colo, pois são vários amigos e amigas que comemoram a chegada do pioneiro.

Mariana escreveu comemorando a conquista do casal e do filho no Registro Civil.É então nosso Maitri é o PRIMEIRO cidadão Botucatuense a ter oficialmente duas mães! Felicidade nos define!”.

Imagem do registro | do perfil no facebook

Lizandra comentou a foto do registro: “É uma grande honra poder ser guardiã de sua vida, meu filho… Gratidão profunda por ter nos escolhido como morada de seus passos, que possamos ser braços ternos a acolher suas angustias, ser colo a sustentar sua dor… Que possamos acolher sua existência, permitir suas escolhas, seus vôos ajudá-lo a fincar raízes profundas sustentadas no amor”.

Repercutindo o site Leia Notícias, de Botucatu, que primeiro divulgou o fato, o psicologo Alexandre Coimbra Amaral escreveu sobre a nova forma de família, em seu perfil no Facebook, marcando o casal:

Print do conteúdo do texto do psicologo

“Esta família não só existe, como faz parte de um sem-número de tipos possíveis de arranjos familiares igualmente baseados no amor e no desejo de compartilhar uma vida em comum, como qualquer núcleo familiar que cumpre suas funções com os filhos. Socializar, educar, proteger, ofertar experiências diversas ao longo dos anos são tarefas possíveis a qualquer agrupamento humano…”

A forma da família não importa definitivamente. Podemos dar um passo adiante como cultura e assumir que é o conteúdo das interações que revela a capacidade de uma família ser um contexto favorável ao bom desenvolvimento humano”.

O psicologo encerra com um comentário às responsáveis pelo Maitri. “E que a transformação puerperal ao quadrado possa fazer de vocês mulheres ainda mais conectadas com as lindas almas que vocês são”.

1 COMENTÁRIO

  1. Essa notícia não procede, já existe outras duas mães que conseguiram registrar o filho no nome das duas, aqui em Botucatu. O Maitri não é o primeiro, embora não tire o valor da conquista. Acho importante esclarecer o fato.

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