O Ministério Publico deu encaminhamento a um apontamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado de irregularidade na compra de massa asfáltica, em 2009, alegando que não teria sido apresentado todos os documentos, sendo um deles o planejamento de uso da massa asfáltica, no valor de R$ 2,7 milhões.
Na ação civil é incluído o ex-prefeito João Cury, o ex-secretário de obras, Edson Bertani, alem de funcionários da Copel, fiscais das obras e advogados da Prefeitura. Também pede indisponibilidade de bens dos acusados. O caso segue com a defesa feita pelos citados na irregularidade, mais de 10 pessoas e a empresa que forneceu o produto à prefeitura.
Conforme documentos da Justiça que circulam na rede social é pedido a devolução de mais de 2,7 milhões.
A compra questionada foi no primeiro ano de governo de João Cury, em 2009, e teria como objetivo ‘zerar’ os encaminhamentos feitos pelo Orçamento Participativo, porem a prestação de contas feitas posteriormente ao órgão pela administração não teria sido apresentado os documentos referentes ao planejamento das ruas pavimentadas e tapa-buracos.
O ex-prefeito João Cury e o atual secretário de infraestrutura André Peres (citado na condição de servidor na oportunidade) informaram que não teriam condições de comentar a denuncia, pois não estavam sabendo do processo e se manifestariam após serem notificados e orientados pelos seus advogados sobre o que o Ministério Publico esta exigindo.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.