Busscar terá sinergia com a Caio Induscar mas será independente, diz diretor da empresa

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A Busscar, recentemente adquirida por acionistas do Grupo Ruas, proprietários da Caio Induscar,  entre outras empresas em Botucatu e Barra Bonita, já começa a dar os primeiros passos para organizar a produção em Santa Catarina, na cidade de Joinville.
Segundo reportagem do site especializado em transporte e logística, Diário do Transporte, aproximadamente 55 empregados já estão trabalhando nas áreas de engenharia, manutenção mecânica e predial, preparando as condições de produção da fabrica de ônibus que já foi uma das maiores do Brasil.
Os novos acionistas criaram uma empresa chamada Carbuss, que vai produzir ônibus rodoviário e será uma operação independente da Caio Induscar de Botucatu, que tem expertise na produção de ônibus urbano e domina o mercado no Brasil.
Segundo Mauricio Lourenço Cunha, diretor industrial da Caio Induscar de Botucatu e um dos acionistas da Carbuss/Busscar, os primeiros ônibus rodoviários começarão a ser produzidos no primeiro semestre de 2018.
Apesar Carbuss manter a marca Busscar, semelhante à estratégia aplicada na Caio em Botucatu, haverá reformulação da linha de produtos, inclusive os nomes comerciais.
Mauricio Cunha destaca, no entanto que o “DNA da Busscar, com a qualidade e design diferenciado que sempre marcou a empresa”, será preservado.
Cunha destacou que nos últimos cinco anos ocorreram mudanças importantes na legislação como o padrão Euro (motores com baixa emissão de poluentes) e os novos modelos que sairão da fabrica no ano que vem terão esse diferencial assim como detalhes do design da carroceria.
A fábrica de Joinville e as unidades agregadas produzirão exclusivamente veículos rodoviários e os double-deck e será independente da unidade de Botucatu. “Mas haverá sinergia” com a fábrica paulista, destacou Mauricio Cunha.
Há uma grande expectativa para trabalho na Busscar, da Carbuss, tanto que cerca de dez mil currículos estão disponíveis para os executivos escolherem os novos empregados.
“A preferencia será para aqueles que já foram empregados da antiga Busscar”, afirmou Maurício Cunha, no Diário do Transporte.

 

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