Secretaria de Educação fez novas recomendações para discutir Aids depois de polêmica sobre filme

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A Secretaria de Educação do Estado encaminhou ao site Agencia 14 News.com.br, informações sobre o vídeo improprio que foi exibido em uma escola estadual, por um professor substituto e que vem gerando criticas do vereador Abelardo Costa Neto e da vereadora Jamila Cury, que pedem o fim das abordagens sobre ‘ideologia de gênero’ nas escolas de Botucatu.
Segundo a explicação a Diretoria Regional de Ensino de Botucatu teria orientado a equipe pedagógica da escola estadual (que não teve nome divulgado) a trabalhar em salas de aulas a questão da doença HIV.
A Diretoria de Ensino teria orientado que fosse considerada a idade das crianças e a classificação indicatória do filme.
“A Diretoria de Ensino de Botucatu orientou a equipe da escola a trabalhar o tema HIV de acordo com o currículo oficial assim que foi informada que a classificação indicativa do filme não era condizente com a faixa etária dos alunos. A exibição do filme fazia parte de um projeto sobre a história do HIV que tem como objetivo conscientizar os alunos”, informou em nota a Secretaria Estadual de Educação ao site Agência14News.
A mãe do aluno, afirmou que a exibição do filme teria sido feita sob responsabilidade de um professor substituto, estagiário da Unesp “que é gay”. “Eu entendi isso como se ele estivesse usando a ideologia para assédiar os alunos”, afirmou a fonte do site Agencia 14 News.
O filme em questão é “The Normal Hearth”, com Mark Ruffalo, Julia Roberts, Matt Bomer, produzido em 2014, retratando a primeira onda da doença Aids-HIV no inicio dos anos 1980, quando 50% dos infectados morreram nos Estados Unidos e que na época teria sido apelidada de ‘cancer gay’.
O filme é uma adaptação de uma celebrada peça de teatro. O filme quando exibido no Brasil teve indicação para 16 anos. Veja o trailer divulgado pela HBO

(com informações do Agencia 14 News)

1 COMENTÁRIO

  1. DST É um tema transversal assim como sexualidade na educação, e deveria ser tratado como tal, sem enfase e sem provocação de assunto de forma a se exceder a apresentar um filme que aparentemente esta fora da indicação para a faixa etária, e mesmo que estivesse, não encontro necessidade de tal posição, a não ser a de se colocar como “moderno(a)’ em relação ao que se chama de tendencia atual e ou realidade atual….. cada qual procura seu caminho, sem a necessidade de ter essa ou aquela pseudo realidade estrampada a nossa frente, principalmente no caso de jovens com risco de influência.

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