O montante de negativação em crédito apresentou queda de 27% em julho no
comparativo com o mês anterior, aponta levantamento da base de dados da
Associação Comercial e Empresarial e Câmara dos Dirigentes Lojistas de
Botucatu (União ACE CDL), em parceria com o Boa Vista SCPC (Serviço
Central de Proteção ao Crédito).
Em julho foram acumulados R$ 156.081,54 em débitos não quitados, com 258
Cadastros de Pessoas Físicas (CPFs) inclusos no sistema de proteção ao
crédito.
A maior parte das dívidas estão inseridas no cadastro do SCPC
Boa Vista há pelo menos um ano (186 ocorrências) completados em julho, o
que gera o acumulado de R$ 103.968.
Na sequência aparecem 68 inserções de negativação com mais de dois anos, representando R$ 36.153 em débitos.
Homens ainda concentram a grande parcela na lista, com 163 CPFs em
negativações, contra 95 de mulheres. As maiores dívidas concentram-se
nas pessoas de 41 a 50 anos, que totalizaram R$ 40.345,95 em julho,
seguida por pessoas de 20 a 25 anos, com R$ 37.605 em débitos abertos.
Apesar do montante registrado, os valores são menores dos registrados em
junho, quando foram efetuadas 381 inserções de consumidores com atraso,
o que gerou R$ 214.886 em dívidas.
As maiores dívidas estão com pessoas na faixa dos 31 a 40 anos (R$ 61.151) e acima dos 50 anos (R$ 52.004). Homens tiveram prevalência nos registros ante as mulheres, com 283 a 98 inclusões, respectivamente.

Semestre soma mais de R$ 810 mil em dívidas

De janeiro a junho, mais de 1080 clientes foram adicionados à lista de
negativação de crédito do Boa Vista SCPC, por intermédio dos registros
das mais de 500 empresas associadas à União ACE CDL.
Com isso, os débitos somam R$ 812.749,56. No acumulado de valores devidos, homens
ainda lideram os protestos frente as mulheres (732 contra 356) e pessoas acima dos 50 anos detêm o maior volume, com R$ 236.797.
O resultado obtido no semestre, porém, é maior do que o registrado no
mesmo período de 2017, quando 786 pessoas foram adicionadas à lista de
negativação, o que gerou R$ 653.271 em dívidas não quitadas entre
consumidores e empresas botucatuenses.

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