Vereadores (no alto): Abelardo (PMDB), Ednei Carreira (PSB), Izaias Colino (PSDB) e Alessandra Lucchesi (PSDB) Embaixo: Cula (PSC), Rose Ielo (PDT), Sargento Laudo (PP), Jamila Cury Dorini (PSDB), Carlos Trigo (PDT), Curumim (PSDB) e Paulo Renato (PSC)
Os vereadores de Botucatu estão empenhados nas próxima semanas a mostrar força eleitoral, anunciando apoios aos seus candidatos, principalmente os que postulam vagas de deputado estadual, federal, além de senador e presidente. E quem pensa que o empenho pelo voto termina no dia 7 de outubro está muito enganado.
Em dezembro acontecem as eleições para o segundo cargo mais importante na gestão política da cidade, que é a Presidência do Legislativo, cargo que estará sendo entregue pelo atual ocupante, Izaias Colino, além de outros cargos na mesa diretora e as comissões temáticas.
Até o momento os candidatos que mais trabalham pelo cargo são os da base do prefeito Mário Pardini.
Disputam os votos dos demais vereadores, Paulo Renato (PSC), Ednei Carreira (PSB) e o Sargento Laudo (PP). Segundo as fontes da reportagem, principalmente Paulo Renato e Carreira, são os que mais tentam articular suas campanhas.
Ednei Carreira já foi presidente da Câmara em outro mandato legislativo. Paulo Renato e o Sargento Laudo nunca disputaram o cargo. Por fora, observando as oportunidades estão os candidatos do PDT, Rose Ielo e Carlos Trigo, que a exemplo da eleição há dois anos, montaram chapas para o comando do legislativo.
A questão é importante, pois só no Legislativo existem dois nomes que poderão se tornar candidatos à Prefeitura. Izaias Colino vem trabalhando para fortalecer seu nome já há algum tempo, assim como Rose Ielo é dada como certa na disputa pelo executivo daqui a dois anos.
Nesse cenário também é importante destacar que o PSDB não será mais o mesmo no final do ano quando já serão conhecidos os novos governantes. Uma nova correlação de forças está sendo criada, considerando que João Cury e Fernando Cury, que rearticularam o partido na cidade há cerca de dez anos, considerando que a legenda não tinha mais vereadores na Camará, não estarão mais alinhados com os tucanos.
Os vereadores com quem a reportagem conversou nesta segunda-feira afirmaram que ”ainda é cedo para discutir esse assunto”. Cedo ou não o assunto está em pauta e sendo amplamente discutido, com negociações sobre composições no comando das sessões e também nas comissões de estudo dos projetos de lei.

 

(com jornal Leia Noticias)

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