Funcionários da Unesp e a coordenadora do Sintunesp em Botucatu estiveram na Câmara nesta sexta-feira, 25.01,19, para mais uma reunião com vereadores sobre a situação do não pagamento do 13º aos quase 13 mil funcionários estatutários da Universidade, sendo 2,5 mil em Botucatu.
“A votação do colegiado máximo da instituição foi pelo pagamento em duas vezes, fevereiro e maio. Mas a Reitoria está tratando essa decisão como uma ‘indicação’ para ser discutida numa próxima reunião do Conselho Universitário”, informou Rosana Bicudo Silva, do Sintunesp.
O encontro reforçou o compromisso de apoio do Legislativo.
“Estamos estudando o melhor encaminhamento para que o nosso posicionamento fortaleça a reivindicação dos servidores. Em nossa primeira sessão (04/02) teremos isso formatado”, diz o presidente Carreira (PSB).

A GREVE CONTINUA

Apesar do encaminhamento referente ao pagamento em duas vezes, nos meses de fevereiro e maio, a comunidade empregada da Unesp nao está confiante na decisão do Conselho.
O argumento é que após o encontro, o Reitor divulgou um comunicado informando que o pagamento só será feito se houver dinheiro.
“Uma nota da Reitoria, logo após o encontro do Conselho Universitário do dia 22, informa que o pagamento somente seria pago após avaliação do orçamento. Em outra fala do reitor, ele disse que só pagaria o 13º integral, como era a nossa proposta, se houver ação judicial”, ressaltou Rosana Bicudo.
O Sindicato dos Servidores da Unesp, entrou no ano passado com ação e o processo está aguardando o retorno das atividades do judiciário.
Diante da insegurança sobre os direitos a serem recebidos os servidores estão defendendo em todo o Estado a continuidade da greve, onde ja acontece e adesão de novos campis à paralisação.

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