O dia 27 de setembro é lembrado no Brasil como o Dia Nacional de Doação de Órgãos. Ao longo dos anos, o programa de transplantes do HCFMB consolidou o Hospital como referência em casos de alta complexidade.
O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina (HCFMB) é o terceiro centro transplantador do Estado e o primeiro do interior. Atua não só na captação de órgãos, mas também na distribuição aos centros competentes; além da realização de transplantes, como rins, coração, fígado, córneas, entre outros.
Além de promover a capacitação dos profissionais, trouxe ao HC mais recursos, tecnologia de ponta e possibilitou o trabalho em conjunto das equipes envolvidas nos transplantes de rim, fígado, coração medula óssea autólogo e córneas. Ao todo, cerca de 200 transplantes são realizados por ano no HCFMB, informa a assessoria de imprensa da instituição.
Já a Organização de Procura de Órgãos do HCFMB é responsável por diagnosticar potenciais doadores de órgãos e tecidos, organizar e apoiar o processo de doação e transplantes em cerca de 50 municípios da nossa região e em alguns casos, até de outros estados.
Em 2018, o HCFMB recebeu autorização do Ministério da Saúde para realizar transplantes cardíacos. A portaria que credencia o hospital a fazer este tipo de procedimento foi publicada na edição de 10 de outubro de 2018 no Diário Oficial da União (DOU). Em 2019, quatro transplantes já foram realizados.
O Programa de Transplante Renal tornou-se serviço de referência não só no Estado de São Paulo, mas em todo Brasil. Atualmente, cerca de 130 transplantes renais são realizados por ano no HCFMB.
Embora tenha sido reiniciado em 2010, o Programa de Transplante Hepático consolidou-se somente a partir de 2015, com a parceria estabelecida entre o HCFMB e o Serviço de Transplante Hepático do HC da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, são realizados cerca de 10 transplantes ao ano, com bons resultados a curto, médio e longo prazo.
Para o coordenador da OPO do HCFMB, Dr. Laércio Martins, a questão da doação de órgãos deve ser amplamente divulgada. “Muitas vezes, a pessoa não manifesta seu desejo de ser doador de órgãos. É importante esclarecer que, apesar do momento difícil da perda do ente querido, a ação salva muitas vidas. O Setembro Verde é uma ótima maneira de disseminar a informação sobre doação”, explica.

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